São pensamentos soltos, traduzidos em palavras,prá que voçê possa entender o que eu também não entendo...
terça-feira, 15 de março de 2011
É por isso...
domingo, 13 de março de 2011
Deixa em cima desta mesa a foto que eu gostava pr'eu pensar que o teu sorriso envelheceu comigo deixa eu ter a tua mão mais uma vez na minha pra que eu fotografe assim meu verdadeiro abrigo. Deixa a luz do quarto acesa a porta entreaberta o lençol amarrotado mesmo que vazio deixa a toalha na mesa e a comida pronta só na minha voz não mexa eu mesmo silencio. Deixa o coração falar o que eu calei um dia, deixa a casa sem barulho achando que ainda é cedo deixa o nosso amor morrer sem graça e sem poesia deixa tudo como está e se puder, sem medo. Deixa tudo que lembrar eu finjo que esqueço deixa e quando não voltar eu finjo que não importa. Deixa eu ver se me recordo uma frase de efeito pra dizer te vendo ir fechando atrás da porta. Deixa o que não for urgente que eu ainda preciso deixa o meu olhar doente pousado na mesa. Deixa ali teu endereço qualquer coisa aviso deixa o que fingiu levar mas deixou de surpresa. Deixa eu chorar como nunca fui capaz contigo deixa eu enfrentar a insónia como gente grande deixa ao menos uma vez eu fingir que consigo se o adeus demora a dor no coração se expande. Deixa o disco na vitrola pr'eu pensar que é festa deixa a gaveta trancada pr'eu não ver tua ausência. Deixa a minha insanidade é tudo que me resta deixa eu por à prova toda minha resistência. Deixa eu confessar meu medo do claro e do escuro deixa eu contar que era farsa minha voz tranquila. Deixa pendurada a calça de brim desbotado que como esse nosso amor ao menor vento oscila. Deixa eu sonhar que você não tem nenhuma pressa, deixa um último recado na casa vizinha deixa de sofisma e vamos ao que interessa deixa a dor que eu lhe causei agora é toda minha. Deixa tudo que eu não disse mas você sabia deixa o que você calou e eu tanto precisava deixa o que era inexistente e eu pensei que havia, deixa tudo o que eu pedia mas pensei que dava.'
Oswaldo Montenegro
Ah! O Querer...
De repente o silêncio e com ele o querer...
Queria frases perdidas e não perdidas também, um colo pra deitar a cabeça e nele poder chorar sem tantos questionamentos.
Um banho de chuva como quando era criança e ver o pôr-do-sol sentada em uma pedra ou apenas da calçada da casa da minha avó. (sinto uma saudade daquela paz...)
Andar abraçado ou simplesmente de mãos dadas pela rua e ao anoitecer poder ver da sua janela o luar. Queria a alegria de uma criança ao estar em um parque de diversão e a sensação de liberdade que se sente no vento. Poder sair pra dar uma volta num disco voador e na volta trazer uma estrela pra guardar na gaveta e sempre que abri-la lembrar de como lá em cima tudo é mais belo e mais simples também. Queria uma flor amarela ainda quente do sol e com ela um sorriso sincero e largo. Ir sempre em frente sem olhar pra trás, sair de casa sem me preocupar com a hora de voltar, ou com o celular a tocar.
Queria ainda um peixe azul ou dourado e o mar no quintal da minha casa, ah! como eu queria... Queria não ter medo de sentir medo, de ficar sozinha ou do escuro.
Queria carinhos, beijos demorados e surpresas ao luar, queria ainda dançar aquela música antiga que a muito tempo não escuto e queria o tempo parado sempre que deitasse de conchinha com você. Queria promessas, lembranças, histórias, sorrisos que explicasse a minha paz e alguém com a mão estendida a me esperar.
'Não há mais rancor entre a gente e nem desamor, é diferente não quero o temor da defesa nem a ilusão da certeza.
E você não vem e a noite chegou estrelas no céu sussurram talvez amanhã e sem ter noção avesso a razão o meu coração segue as estrelas... A vida é assim, displicente e muda sem dar a vertente nos leva numa correnteza nos prende com sua destreza.'
(Estrelas do amanhã - CATEDRAL)
E você não vem e a noite chegou estrelas no céu sussurram talvez amanhã e sem ter noção avesso a razão o meu coração segue as estrelas... A vida é assim, displicente e muda sem dar a vertente nos leva numa correnteza nos prende com sua destreza.'
(Estrelas do amanhã - CATEDRAL)
sábado, 12 de março de 2011
“Um abraço, um beijo, um afago, o sol de toda manhã, um
almoço em família, o vento no rosto, um sorriso, uma boa lembrança, um bom
amigo, um jogo de futebol, chocolate, a praia, uma festa, dançar, cantar,
gritar, comemorar, ... tão simples né? Tão simples, e tão necessário! Mas tão
esquecido pela rotina. Ninguém mais aproveita as coisas simples da vida;
Ninguém dá o devido valor... Preguiça? Eu diria acomodação. Há solução?
Simples. É só olhar em volta, e perceber o quão maravilhoso é estar vivo. Ver que
existem tantas coisas no mundo, e sobretudo, ter vontade de olhar, ver e
descobri tudo o que for possível. Saber viver! Eu diria... aproveitar. Crer.
Sentir. Perceber. Aceitar. Sonhar... amaaaaar. Amar o mundo, amar o dia, a
noite, o canto dos pássaros e sobretudo, amar a vida! Amar viver, e crer que
tudo pode sempre melhorar.”
almoço em família, o vento no rosto, um sorriso, uma boa lembrança, um bom
amigo, um jogo de futebol, chocolate, a praia, uma festa, dançar, cantar,
gritar, comemorar, ... tão simples né? Tão simples, e tão necessário! Mas tão
esquecido pela rotina. Ninguém mais aproveita as coisas simples da vida;
Ninguém dá o devido valor... Preguiça? Eu diria acomodação. Há solução?
Simples. É só olhar em volta, e perceber o quão maravilhoso é estar vivo. Ver que
existem tantas coisas no mundo, e sobretudo, ter vontade de olhar, ver e
descobri tudo o que for possível. Saber viver! Eu diria... aproveitar. Crer.
Sentir. Perceber. Aceitar. Sonhar... amaaaaar. Amar o mundo, amar o dia, a
noite, o canto dos pássaros e sobretudo, amar a vida! Amar viver, e crer que
tudo pode sempre melhorar.”
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